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Aspectos éticos e legais do prontuário são apresentados pelo Conselho Federal de Medicina aos profissionais do Costa Cavalcanti

 Aspectos éticos e legais do prontuário são apresentados pelo Conselho Federal de Medicina aos profissionais do Costa Cavalcanti

10/10/2019

Os aspectos legais e éticos dos documentos médicos do paciente foi o tema da palestra ministrada na noite da última terça (8), pela conselheira do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dra Rosa Dantas, aos médicos e enfermeiros do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC).

A proposta foi esclarecer e orientar os profissionais, sobre os cuidados necessários com as informações dos documentos médicos do paciente.

A palestra falou sobre as maneiras adequadas e, de qualidade de se preencher o documento, como por exemplo: ter letra legível, evitar uso de abreviações, e principalmente, se atentar e não deixar faltar informações durante as evoluções e prescrições.

Outro assunto abordado foi a sensibilidade ao lidar com as informações ali contidas. “O prontuário é a história de vida do paciente no hospital, e cabe a nós a função de fornecer e guardar as informações”, exemplificou Dra. Rosa.

Segundo ela, outro tema polêmico é a disponibilização do atestado, que hoje em dia está banalizado. “Precisamos ter cuidado, porque somos responsáveis também, por este documento”, explicou a conselheira e palestrante.

Para o diretor técnico do HMCC, Dr. Valter da Cruz Teixeira, a adequada formulação dos documentos médicos, em todas as suas tipologias, assegura a guarda histórica das informações clínicas pertinentes à cada paciente, e permite registro das condutas, informações ou determinadas orientações, e a base técnica e ética, além de se constituir numa forma demonstrativa da capacidade e seriedade de atuação dos profissionais. “Ainda, o que precisa ser mais bem valorado, a manifestação escrita é uma cabal oportunidade de expor a maturidade e comprometimento de cada agente interposto na linha assistencial”, ressaltou o diretor.

Dr. Valter finaliza dizendo: “Se é verdade que 'as palavras voam, e a escrita se eterniza', também é razoável deduzir que a má escrita perpetua uma inconveniente imagem do relator, com resultantes negativos ao paciente interessado”.

Fonte: Analista de Comunicação - 168.19 / Débora Black Nascimento - Mtb 8585/PR

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