Centro Cirúrgico do Hospital Ministro Costa Cavalcanti

Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH)

O Hospital Ministro Costa Cavalcanti mantém, desde 2001, uma comissão e um programa eficiente de controle de infecção hospitalar, conforme determina a legislação brasileira. Isto é, o HMCC faz o dever de casa e possui uma comissão estruturada, organizada e que realiza permanente e cotidianamente o protocolo para prevenção das infecções.
A CCIH exerce vigilância constante em todas as áreas por meio do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. Considerado o serviço mais bem estruturado de Foz do Iguaçu, o SCIH conta com um enfermeiro, uma auxiliar de enfermagem, uma assistente administrativa e um dentista que trabalham sob a coordenação de uma médica infectologista. A equipe cumpre a tarefa de executar e promover ações de controle de infecções hospitalares. O grupo atua com base em conhecimentos científicos de literatura nacional e internacional, normas legais e troca de experiência com outras instituições de saúde.
Para esclarecer a respeito das infecções, o SCIH tem utilizado como estratégia estreitar o diálogo com os colaboradores de todas as áreas do HMCC e com os pacientes para que eles se informem e tirem dúvidas diretamente no serviço que atende pelo telefone 3576.8000, ramal 8159.

A infecção hospitalar é um problema do mundo inteiro e nenhuma unidade hospitalar atinge índice zero de infecção, mas é preciso ter padrão de controle e critérios de fiscalização para reduzir ao máximo os riscos. Um índice zero de infecção não existe. Há hospitais, como o Costa Cavalcanti, que têm uma vigilância ativa, conhecem os seus índices e atuam para diminuí-los e outros que desconhecem a sua própria realidade.
Os pacientes dos hospitais geralmente estão doentes ou se recuperam de uma cirurgia. Eles podem ter a imunidade reduzida, expostos a maior risco de infecção por germes e bactérias que, na maioria das vezes, são inofensivos para as pessoas saudáveis, mas quando acometem pessoas doentes podem provocar situações clínicas de grande complexidade. Existem as infecções simples, como a urinária, mas também as mais graves, como as sanguíneas. Elas prolongam a internação do paciente e, consequentemente, aumentam o custo do tratamento, por isso, o mais importante é a prevenção.

Vigilância das infecções
Um dos carros-chefes do Costa Cavalcanti são as cirurgias. Por isso uma das principais atribuições do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar é acompanhar a ocorrência de infecções nas feridas cirúrgicas. Por mais simples e corriqueira, durante a cirurgia ocorre o rompimento da pele e existe a possibilidade de entrada de germes no organismo e isso pode causar infecção.

Vale lembrar que os procedimentos não são todos iguais e nem do mesmo tamanho, portanto, o risco de infecção varia a cada caso. Eles estão divididos em quatro grupos de acordo com o potencial de contaminação do local a ser operado: cirurgias limpas, potencialmente contaminadas, contaminadas e, por último, as infectadas. O SCIH desenvolve um trabalho permanente e sistemático que inclui investigação pós alta cirúrgica do paciente. Outra ação é o controle de antibióticos, tanto que foi implantado um manual para uso desses medicamentos em cirurgia com orientações específicas para cada especialidade e procedimento.

Higienização das mãos
Uma das maneiras mais fáceis e eficazes de reduzir a infecção é o profissional de saúde, os pacientes e os visitantes praticarem a boa higiene das mãos. A higienização deve ser feita com água e sabão ou solução de álcool, para impedir a propagação de germes e assim reduzir as infecções entre os pacientes.
As mãos transmitem a chamada infecção cruzada. A recomendação é lavá-las antes e depois de tocar numa pessoa doente. A orientação é válida para todos, afinal de contas a higiene das mãos é um assunto que diz respeito a todos nós.

Os pacientes e visitantes têm um papel importante a desempenhar para assegurar a higiene das mãos em todo o hospital:
Lavar as mãos cada vez que entram ou saem do quarto de um doente;
Não é aconselhável sentar na cama do paciente ou levar alimentos, pois a dieta dele é respeitada pela Divisão de Nutrição e Dietética;
Flores naturais, principalmente em vasos com água, devem ser evitadas no quarto, pois as plantas podem portar microorganismos, favorecer o surgimento de alergias e comprometer a saúde dos pacientes;

Na dúvida, questione!
Como parte do seu papel na luta contra a infecção, esperamos que não hesite em perguntar. Se tiver alguma dúvida, não hesite em lembrar aos profissionais do hospital e visitantes dessa importante prática.
 


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